terça-feira, 29 de maio de 2012

MUITOS RUMORES DE GUERRAS

QUE FIQUE BEM  CLARO!    ESSE  BLOG  EU CRIEI  PARA  POSTAR  NOTICIAS  QUE  ENCONTRO  NA  INTERNET  E  QUE  TENHA  ALGO A VER  COM O REGRESSO DE NOSSO  SENHOR JESUS.
ESTIVE  LENDO ALGO HOJE,  E  ACHEI  INTERESANTE ISSO:

 
Militares americanos e sul-coreanos invadem a Coréia do Norte

França não descarta intervenção militar na Síria

Estados Unidos e aliados realizam treinamento militar no Oriente Médio para atacar o Irã 

Maior risco de guerra nuclear está na região do Paquistão', diz cientista político  





Missão secreta: militares americanos e sul-coreanos invadem Coreia do Norte 
 
Uma equipe militar especialmente treinada pelos Estados Unidos se infiltraram na Coréia do Norte em uma missão de espionagem focado no programa de armas nucleares do regime, de acordo com um relatório controverso que os EUA negam.


As alegações podem piorar as tensões já sensíveis entre Washington e Pyongyang.


De acordo com um relatório publicado ontem no The Diplomat, o General dos EUA, Neil H. Tolley reconheceu que soldados norte-americanos e sul-coreanos entraram na Coreia do Norte para obter um olhar mais atento dos túneis subterrâneos que o regime construiu.
"A infra-estrutura do túnel inteiro está oculto nos nossos satélites", informou a revista online, o General Tolley.


"Então, enviamos soldados [sul-coreanos] e os soldados americanos para fazer um reconhecimento especial no Norte.", acrescenta.


Se for verdade, a missão iria quebrar regras estabelecidas pelo acordo de armistício de 1953 que marcou o fim da Guerra da Coréia.


A parte do documento afirma: "Nenhuma pessoa, militar ou civil, será permitida cruzar a linha de demarcação militar, salvo se especificamente autorizado a fazê-lo pela Comissão de Armistício Militar."
General Tolley é o comandante do Comando de Operações Especiais, United State Forças da Coreia, de acordo com a sua biografia no site da Guarda Nacional.


A reportagem da revista on-line com sede no Japão foi recebido com uma forte oposição em Washington, onde as autoridades militares dos Estados Unidos negaram tal operação.
Andrei Lankov, um estudioso sobre a Coreia do Norte em Seul, disse: "O ditador jovem ainda é controlado e cercado pela velha guarda, as mesmas pessoas que durante muitos anos, executaram as políticas de seu pai, por isso é muito cedo para esperar qualquer mudança perceptível."


Fonte: Daily Mail 
Postado por ILLGNER GEOVANNE


França não descarta intervenção militar na Síria Uma eventual intervenção militar para encerrar a crise que abala a Síria há 14 meses não é um consenso na comunidade internacional. Apesar disso, a França não descarta que uma ação seja tomada.


O presidente francês, François Hollande, disse que uma ação militar não pode ser descartada caso receba o apoio do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas.


"Não é possível permitir que o regime de Bashar al-Assad massacre seu próprio povo", disse Hollande ao canal de TV France 2. "A intervenção militar não está excluída, desde que seja realizada sob os auspícios do direito internacional, ou seja, por uma resolução do Conselho de Segurança."


"Cabe a mim e a outros convencer a Rússia e a China e também encontrar uma solução que não seja necessariamente uma militar", disse Hollande, que deve encontrar o presidente russo, Vladimir Putin, em Paris, na sexta-feira.


Por outro lado, os Estados Unidos afirmaram que não acreditam que uma intervenção militar na Síria seria a ação mais correta neste momento porque provocaria mais caos e carnificina.


O porta-voz da Casa Branca, Jay Carney, disse, porém, que os Estados Unidos não tiraram nenhuma opção da mesa, incluindo uma ação militar, para lidar com a crise síria.
Mais cedo nesta terça-feira, o governo norte-americano expulsou o principal diplomata sírio em Washington depois do que descreveu como o massacre de mais de 100 civis na cidade síria de Houla.




Fonte: Reuters 
Postado por ILLGNER GEOVANNE


Estados Unidos e aliados realizam treinamento militar no Oriente Médio para atacar o Irã 
Cerca de 12 mil soldados de 19 países estão realizando um exercício de treinamento militar maciça no Oriente Médio. Mas para alguns daqueles militares, estes exercícios podem ser apenas o começo de algo muito maior por vir.


Os Estados Unidos, Arábia Saudita e Jordânia são apenas uma amostra dos muitos países - junto com os aliados europeus - que foram envolvidos no exercício que deverá terminar nesta semana. Embora grande parte dos exercícios foram mantidos em segredo, não é um segredo que estes estados passaram o último mês cooperando através de exercícios simulados de combate e treinamento abrangente. 


Alguns relatam fontes no exterior, no entanto, que cerca de 3.000 soldados alinhados com as forças americanas têm realizado um pouso simulado e ataque ao Irã, preparando a América e seus aliados para uma grande guerra que se torna mais provável a cada dia.


Segundo a Debka, fontes da inteligência dizem que tropas norte-americanas e outras forças alinhadas com os Estados Unidos recentemente organizaram um desembarque numa praia jordaniana, que foi imediatamente seguido por um ataque militar de bases das montanhas fortificadas e postos de comando. 


O exercício foi criado para simular um ataque ao Irã e acompanha outros exercícios que as testemunhas dizem mostrar apenas o que os inimigos dos Estados Unidos enfrentam, se continuarem a colocar a pressão sobre o mundo.


Awni el-Edwan, Chefe do Estado Maior de Operações da Jordânia e das Forças Armadas de treinamento, diz: "O exercício não está ligado a qualquer evento no mundo real", relata a CNN. "Isso não tem nada a ver com a Síria. Nós respeitamos a soberania da Síria. Não há tensão entre os sírios e nós. Nossos objetivos são claros. "


Outros, no entanto, dizem que as intenções dos exercícios são óbvias. O general James Mattis, chefe do Comando Central dos EUA, visitou ambas as seções do exercício liderada por tropas americanas na Jordânia, acrescenta Debka. Se os EUA oficialmente atacar o Irã ou a Síria, o general Mattis será o chefe das forças militares. 


Além disso, fontes da inteligência de Israel revelam que o general Mattis recentemente procurou a aprovação do presidente dos EUA, Barack Obama para implantar um terceiro porta-aviões no Oriente Médio para aumentar a presença dos Estados Unidos.


Os Estados Unidos atualmente tem dois porta-aviões maciços na área do Golfo Pérsico, tanto do USS Abraham Lincoln e USS Enterprise, e a CNN acrescenta em seu relatório que a Força Aérea enviou seis jatos F-22 para os Emirados Árabes.


Segundo a Russia Today, o ministro da Defesa israelense, Ehud Barak, disse que "todas as opções permanecem sobre a mesa", envolvendo um ataque ao Irã, e que o Estado judeu vai atacar primeiro, se necessário, mesmo sem a assistência das forças americanas.


"Não há necessidade de nos dizer o que fazer, e não temos nenhum motivo para pânico. Israel é muito, muito forte", disse Barak.


Fonte: Russia Today 
Postado por ILLGNER GEOVANNE


'Maior risco de guerra nuclear está na região do Paquistão', diz cientista político Na semana passada, o Irã sentou - mais uma vez - para dialogar com o Grupo 5+1 (os cinco membros do Conselho de Segurança da ONU - Estados Unidos, Rússia, China, França e Grã-Bretanha - mais a Alemanha). O assunto - de novo - é o controverso programa nuclear do qual o regime de Mahmoud Ahmadinejad se recusa a abrir mão, o que aumenta o temor da comunidade internacional de que o país esteja prestes a desenvolver uma bomba atômica. 


Após dois dias de negociações nada resolvido. E no dia seguinte ao fim de mais essa tentativa de acordo a Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) - diz ter descoberto evidências de urânio enriquecido a um nível de pureza superior ao limite de 20%.


Mas enquanto o mundo volta suas preocupações à República Islâmica, uma outra região - tão ou mais perigosa - está sendo subestimada: o sul da Ásia, nos arredores do Paquistão. Essa é a percepção de um dos mais importantes cientistas políticos especializados no assunto, George Perkovich, diretor do Programa de Políticas Nucleares do Fundo Carnegie Endowment para a Paz Internacional. 
Perkovich diz que um possível ataque ao Irã não vai impedir o país de fabricar uma bomba e que teme um conflito entre Paquistão e Índia. "Ninguém sabe ainda como lidar com essa ligação entre terrorismo e ação militar convencional que pode escalar em uma guerra nuclear. Não há precedentes." Confira, a seguir, os principais trechos da conversa:


Os Estados Unidos ameaçam, mas não parecem dispostos a bombardear o Irã. Por quê?
Bombardear o Irã não é uma solução. Os líderes militares têm dito que podem destruir qualquer alvo que sejam capazes de identificar, mas isso não vai ser suficiente para resolver o problema no Irã. A preocupação agora é que Israel - e, particularmente, o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu e o ministro da defesa Ehud Barak, dois homens que parecem ter um limite mais curto em relação ao que podem suportar do Irã - tem uma percepção diferente da dos EUA. Para eles, pode ser necessário empregar o uso da força contra o Irã antes que os EUA considerem realmente essa possibilidade. Esse é o grande desafio. Mas quanto aos EUA, não vejo interesse em um ataque preventivo agora.


Como se posicionaria os Estados Unidos, caso Israel resolvesse atacar? 
É uma situação difícil. Mesmo que os EUA não apoiem um ataque israelense, terão de dizer ao Irã para não retaliar contra seus aliados - os sauditas, os Emirados Árabes, o Catar - nem contra nossas bases militares, e não atacar navios no Golfo. Porque se os iranianos fizerem qualquer coisa do tipo, os Estados Unidos terão de se envolver na guerra. Então, mesmo que o governo americano não dê apoio às ações de Israel, as retaliações do Irã podem levá-los à guerra. E é isso o que Israel quer.


Em quanto tempo o Irã poderia construir uma arma atômica? 


Nem mesmo os técnicos e serviços de inteligência fazem estimativas não tão claras. Acho que o Irã pode chegar lá em menos de dois anos agora. Então, é necessário buscar acordos que limitem o nível de enriquecimento de urânio e aumente a transparência e o acesso das inspeções, e também fazer com que o Irã se comprometa a não fazer certos experimentos relacionados à construção da bomba. Há experimentos relacionados à geração de energia, mas há testes específicos, como implodir metais. Isso você faz quando quer construir armas nucleares. Se você atingir um acordo com tudo isso e se o Irã violar esse acordo, você terá o aviso: "Ok, agora eles estão fazendo armas nucleares".


É nesta região onde mora o risco de uma guerra nuclear hoje em dia? 


O maior risco está no sul da Ásia, na região do Paquistão. A Índia foi atacada por terroristas em 2001 e em 2008. Os ataques vieram de grupos do Paquistão. Se houver outro ataque, haverá pressão por retaliação por parte da Índia. O Paquistão diz que se isso acontecer, vai usar armas nucleares. Ninguém sabe ainda como lidar com essa ligação entre terrorismo e ação militar convencional que pode resultar em uma guerra nuclear. Não há precedentes.


Você acredita que o Paquistão esteja tomando as medidas necessárias para prevenir ataques isolados contra a Índia? 


Não. E os paquistaneses reconhecem isso. Se estivessem fazendo o suficiente, o problema seria absorvido. O Paquistão e seus serviços de inteligência claramente têm uma estratégia de manter esses pequenos grupos operando para projeções no Afeganistão. No final das contas, isto está enfraquecendo o Paquistão, porque alguns desses grupos estão se voltando contra o país. Mas é evidente que o Paquistão não está fazendo o que pode para combater esses grupos.


Que medidas os EUA estão tomando em relação a isso?


Os Estados Unidos têm diversos objetivos. De um lado, precisamos do apoio da inteligência paquistanesa para levar suprimentos para operações no Afeganistão. Isso limita o poder de exigir o combate a esses grupos dentro do país. Haverá maior capacidade de lidar com o problema após a retirada das tropas do Afeganistão, em 2014. Mas, no final das contas, você não pode interceder tanto. O Paquistão deve escolher por suas próprias razões não tolerar esses grupos, que estão levando o Paquistão à ruína. Os paquistaneses devem se rebelar contra isso e os EUA não podem forçá-los. Além disso, o governo americano perdeu muita legitimidade no Paquistão. Nosso poder lá é limitado. Postado por ILLGNER GEOVANNE

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